quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Plus Valet actum quam scriptum OU 1.c4 Cf6 (…d6, e6, Cc6, g6)





......
 
É latim. Não que eu saiba muito. Ou pouco. Qse nada, really. Mas acho que quer dizer, ‘olha ao que eu faço, não ao que eu digo’. Ou escrevo. E se isto é o a=>b, então entre as nossas univs [a maior parte (talvez)], numa ‘magister tunae’, temos uma espécie do ‘não olhe ao que eu deveria fazer como exemplo, tome antes notas do que lhe estou a dizer p\fazer’… .
 
Eu já explico. Tem a ver com estas ''pressões de Bolonha''. A bem e amén. Perdoem citar Colbert, no seu famoso ‘pro rege saepe, pro patria semper’.
 
Deixem-me recuar uma boa dezena de anos para ir buscar um exemplo bem prático.
 
Foi uma 'tareia'. Mas esperada. Bom, talvez seja melhor explicar; Explicar melhor. Foi numa Festa do Avante, se RAM/ROM is still in (good\satisfactory) operating mode, quando era na Ajuda.
 
Era mais acessivel, em termos de transporte. Mais perto. E tambem tinha uma tenda de livros da editora MIR, onde se compravam livros a preços de US $1, desde o Smirnov em Analise Matemática até aos volumes todos do L&L (ou L^2) ie o Landau e Lifchitz, assim como muitos outros. De encher mochilas e vir  a para casa a contar quantos cm ainda faltam até chegar... .
 
Bom, mas essa não foi a 'tareia'.
 
Foi com o Karpov. Anatoli.  O tal do Korchnoi. Xadrez. Barra pesada.
 
O esquema ou programa era o AK (campeão do Mundo) jogar uma série de simultâneas (ie, em vários tabuleiros ao mesmo tempo, um jogador contra vários), usando relógio de competição e num esquema de semi-rápidas (cada jogador com 30m para fazer eg, 20 ou 45 lances; [as rapidas são de 5 min cada jogador, um jogo de campeonato é de 1h ou 1h30 para eg 45 lances ou por aí]);  Notar que cada vez que se está a pensar e é a nossa vez de jogar, o relógio tic-tac para nós, mas não para o oponente (e v.v.). Quem já jogou em campeonatos federados sabe do que falo.
 
O AK tinha então numa 1ª fase da 'competição-demonstração' de jogar com 100 ou 200 tabuleiros. Os 10 melhores ie, que lhe ganhassem (ninguem conseguiu...), empatessem ou aguentassem mais tempo, iriam à 'final', também em simultaneas e por mesma 'carga horaria'.
 
Foi uma 'tareia'. O AK cilindrou sem grande esforço na 1ª fase os 100 ou 200. Incrivel. Impressionante. Eu era ainda 'jovem' e foi então que me apercebi do que era alguém que é capaz de fazer algo, em competição, p\vencer, o 'striking move,  se e quando fôr preciso. Só mais tarde quando o R. Feynman esteve cá me apercebi dessa diferença de novo. Mais tarde, noutras ocasiões, tembém, com outros.
 
Mas voltemos a essa 'tareia' e como nos pode elucidar. O que foi realmente interessante foi comparar os lances e as aberturas (de jogos), linhas seguidas pelo AK naquela 1ª fase. Todos tomaram notas, quem não iria querer preservar e guardar um registo dos lances com o AK? O AK jogava de 'olhos (bem) fechados': ie, abria de uma forma que condicionava o jogo dos 100 ou 200, de um modo formatado, e depois mantinha o jogo. Isso não era mau, nem é uma critica: ele simplesmente tinha uma lista de sequencias para certas aberturas e posições. E tinha certamente para muitas outras. Jogar assim com 100, 200 ou com 1. E ''cilindrou''. Na realidade, os jogos da 1ª fase tinham padrões semelhantes, aqui e ali, daí que foi um passeio para ele mas todos aprenderam imenso pois os 'golpes' para virar os jogos eram superiores.
 
O mais interessante foi na 2a fase. O AK podia ter feito de forma semelhante: abertura 'em chamas', um lance a ''virar'', padrão X ou Y ou P ou R, escolher; Depois ...'tareia'; Game, set & match. Mas não. Sendo 10 jogos e tendo mais tempo (não tinha que correr entre tabuleiros, para ganhar em cada um, a fazer jogadas, controlando, usando um ou dois padrões, para controlar 100 ou 200 jogos simultâneos), o AK … deixou correr. Ie, tentou, investindo, dar mais liberdade e interactividade (que dez tabuleiros apenas em simultaneo permitem) aos oponentes. Quem sabe, um ou outro podiam fazer um lance que ele nunca teria pensado  ou ainda tentado, e assim ele podia experimentar algo (não convem fazer 'blind date' num jogo para o titulo....). Os jogos foram muito diversos.
 
Onde é que entra Bolonha?
 
Já aborrece a forma 'monocromática' como o suposto 'ensino centrado no aluno' é ''recomendado'', que tem que ser diferente, etc etc. 
 
Seja pois seguir um esquema de jogos e fases como o AK. Ou comparar o que será dar aulas a 10 ou a 100 ou 200.
 
Eu estou à vontade.
 
Dei EF-1 a (cerca de) 10 alunos de QI e tambem em separado a alunos de BT e BQ (~40 a 50 alunos cada). No 1º caso tinha 8 semanas, e a materia em 4 'blocos' (1 turno T 2h, 1 turno TP 2h), no 2º caso, 16 semanas, 2turnos T 2h, 3 turnos TP 2h, cada.  Os conteudos os mesmos e metodos de avaliação os mesmos ou quase...: em QI podia fazer mais testes: 10 alunos numa sala, (MUITO [!!] mais) fácil de operacionalizar, logistica idem. A maior diferença para mim (mas convido todos os alunos a 'share their own thoughts and criticisms') foi que com 10 eu podia ir de carteira em carteira, com calma, explicar em detalhe, parando, prosseguindo, conforme (quase) cada um. Com Bq ou Bt, eu nunca pude ou poderia. Fazer o mesmo. Fiz o 'quase', ie, apontando ao mesmo estado 'asymptotic' e esticando ao max onde podia, mas não era nem foi o mesmo.

Uma nota antes de prosseguir: O ensino em ''blocos'', podendo ter vantagens, tem riscos; Estes alunos poderão ser, como eu ouvi, os alunos da geração … TGV. Tudo rapido p\lá se chegar. O TGV per se não é mau: eu já andei nele várias vezes, idem nos equiv da DBahn ou nos well known bullet train no Japão. É preciso é ter os recursos e meios adequados para os implementar, fully. As linhas todas, estações, etc etc etc. Ie, recur$o$ H'$, materiai$, plenty, apropriado$.
 
Dar aulas 'centradas no aluno' a 10 ou 100, not the same. Likewise, qq outra actividade eg lab, e-learning, assessement, feedback, whatever.

Uma coisa é uma série de simultaneas a 10 e outra uma de 100 ou 200, onde tem que haver 'jogo' ie 'what you came after'. E 'paid for it'.
 
Podem as novas tecnologias 'bridge the gap'? Podem. Mas atenção: as tecnologias são só ferramentas! Pensar que elas resolvem tudo é uma armadilha. O importante são as pessoas mas a GRANDE questão é: as pessoas estão preparadas? É só dizerem-lhes "façam tutorias" e já está tudo resolvido? Sem um apoio reconhecido (!), INCLUSÃO efectiva das pessoas, o processo não será efectivamente bem sucedido. O efectivamente significa que os alunos adquirem mais conhecimento e não têm simplesmente mais ''sucesso'' numa pauta-dixit! E depende tb do gap. Podem as novas tec's fazer que 8 semanas de EF-1 para QI sejam como 16 para BT ou BQ? Sinceramente, … podem. Mas o preço a pagar é duro: ou mais docentes ie mais RH's, ou equipas bem coordenadas e pre-escolhidas pelo 'head', ou eficiencia de nivel informatico, ou melhores e mais bem preparados alunos post-secundário, ou maquinas Nespresso nas salas de aula, ie drive to win. Ie, probably impossible. Ou … . E então se a isto se juntar ressacas, cerveja, festas, 'touradas', pandegas academicas, etc etc and so forth and so on…, no way. E depois … temos os pontos RAD'iosos: Há SERIAMENTE o risco de alguém (ou mais) 'despromover' o ensino entre as suas causas ...
 
Então porquê, isto?
 
Por um lado, o ensino tem que ter qualidade. Mais qualidade. Por outro lado, temos quem espera isso e precise disso; De certa forma todos nós, o país, a sociedade. Mas também há contratos para fazer x ou y em m anos ou d meses. E também há avaliações, tanto internamente como externamente, ao ensino e implementação de 'frameworks'; E daí tirar consequências. Para todos (!), I mean, mesmo todos, mesmo. Ie, 'follow up's', relatórios (cf. http://www.dges.mctes.pt/NR/rdonlyres/68435AED-89FC-4F6C-B273-6D32F8E05A2B/3210/UBI_Final_Report.pdf ), agências, certidões de qualidade e 'conformidade', etc, so on and so forth. Por aí.
 
Mas porquê Bolonha?
 
A ideia e objectivo são bons. Definir o que se quer oferecer em termos de formação (e depois como o fazer) para que se tenham mais pessoas melhor qualificadas em tempos mais curtos do que há 10 ou 20 anos atrás, ie, cortando em muito de 'material' superfluo e formar com o essencial, o crucial, 'entrar' mais rapido no mercado de trabalho. Porquê? Porque a EU não é tão competitiva como China ou US, Japão,  ou até já outras nações emergentes; Ou se o (ainda) é, mas se não muda de 'caixa de velocidades', it will loose that edge. É um pouco como a F1: a EU ou CEE até tinha um bom motor mas houve quem arranjasse outro parecido, e melhores toques de aerodinamica, consumo, suspensões, etc. A EU tem que cortar caminho, na formação, mantendo ou aumentado se possível a qualidade, faster. Bolonha é isso. E tem que ser. A ideia e objectivo são bons.
 

 
O que receio é o que temos tido, temos e poderemos (continuar [ou não] a ter) nas nossas univs. Quem pede (ou ordena, pior ainda) que 'tem que ser assim'. Apenas. Do género 'telling to'. Apenas.
 
Faz falta um pouco (bastante!) de 'listening to'. Effective listening. Para se ter effective teaching and learning.

Imaginem um bloco de hospital, ie, uma enfermaria (aqui eu estou pouco à vontade pois só um(a) verdadeiro(a) médico(a) poderá responder) com 3 membros de equipa, ter de atender a 10 pacientes ou 100 ou 200. Num dia. Pode ser que uma triagem, novas tech’s ajudem, pré-diagnostico; Algumas análises previas à ‘consulta’, podem ajudar. Mas entre ter uma observação cuidada de 10 ou 100, far-se-à sempre (melhor serviço) no caso dos 10, assumido que todos constituem casos clínicos credíveis e com alguma complexidade, meritória de cuidados, internamento, tratamento.

Uma pergunta: Por entre as várias univ's-PT-wise [PT:= Portugal...], não é verdade que o rácio professor/aluno em medicina é menos de metade das Ciências e Engenharia?
 
Pensem bem:
 
Pedem-nos (nas variadas PT univ's) um ensino-aprendizagem de qualidade, inovador, criativo, aberto, receptivo, construtivo, com métodos a tal conducentes. Mas temos uma effective leadership, governance, que corresponda efectivamente a esse pedido?
 
 
Eu vou ser mais claro. Eu sei que sou complicado. Parece. Mas não é. É que no UK têm uma expressão para distinguir o ensino eg ‘Oxbridge’ [e equiv]: ‘face-time with teaching staff’. É um pouco dificil de explicar mas as aulas práticas, ‘tutorials’ são de 1 ‘staff’ e … 2 a 3 alunos. Por aí. Indeed. ‘Face-time with teaching staff’. É bem eficiente, acreditem. E não envolve fancy high tech. Simply ‘face-time with teaching staff’. 

Claro que há um ''pre$$o'' a pagar…
 
Mas se temos que oferecer um ensino centrado no aluno… high-tech…
 
Se nos pedem (ou impõem...) 'ensino centrado' & high-tech-deliverances, um ensino-aprendizagem de qualidade, inovador, criativo, aberto, receptivo, construtivo,
 
então, faço aqui um apelo e um voto de esperança e confiança, de que

após os ''1ºs mandatos'' via RJIES / Estatutos, por entre todas as nossas várias unv's PT-wise, onde muito houve que mudar e adaptar, subsequentemente muito a aprender, e outro se poderá entretanto ter identificado para corrigir, talvez, ,
 
por que não tomar como objectivo p\012, 013..., que nas nossas univs. …
 
teremos uma nova governação académica igualmente  'centrada' nos problemas e fases operacionais de cada um\caso\equipa\tarefa,  uma nova liderança efectivamente de qualidade, efectivamente inovadora, efectivamente criativa, efectivamente aberta,efectivamente democrática*efectivamente receptiva, efectivamente construtiva? Uma (nova) liderança efectivatout court? ! 
 
Simplesmente: Efectiva.
 
*** ** *** ** ***. Sim, sou eu, é o próprio. Ah. Diga...
 
/%$#$)&&$$
 
Bem, eu só queria…
 
)//&$#%&()//%%#$#(/)%)&/%$
 
Não é isso, é antes referir que…
 
()&%##%)/(=)/(/&$#&%/(//$”$”%/
 
Ah. Pronto. Certo. Sim. Sim. Pronto. Está bem. Sim. Sim. Sim. … .. .
 
 
 
 
Ps. Tenho recebido criticas ao meu modo de expressão. Que não serve a este ou aquilo. Que é incongruente ou que eu sou inconsequente. Bom, eu não quis nada disso. Nem quero. Na realidade, não me incomoda. Let it be, pois, usus loquendi
 


 * Em termos de (boa qualidade de) informação, transparência, ''ruido'' (tendencionalmente) p\zero, estabilidade e funcionalidade (institucional e bem precisa), há uma forma de tudo isso assegurar: Publiquem-se (online, eg) TODAS as actas de TODAS as (sub)unidades orgânicas, desde, eg, 1-Janeiro-2010, mediante acesso eg intranet. TODOS poderão ler. TODOS poderão confirmar. TODOS poderão avaliar, ajuizar: (TOD)As propostas, as deliberações, as audições, as consultas, as discussões, as dúvidas, as respostas. Just do it

The Honourable Schoolboy

Uma sugestão...


Porque não substituir a época especial de exames (que n resolve os ''problemas'' dos alunos (de forma effective...) por curso$ de verão? P\alunos que já tivessem frequentado uma UC & frequência (SSE...). Duração & metodo & 'ritmo': a det. Para a universidade algum $$$ entrava, mais alunos teriam sucesso (sobretudo os finalistas que dariam tudo por tudo).  Moreover: if cada docente participante desse aulas nessas 4w, e c\ t\4 week FERIAS * 4 anos = (+\-) 1 SMST = 1 SEMT 'FREE' (ie alem de SaBAT & ACUMç) ; All win, creio. Or most. 





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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Propinas et al...

College Dropouts Cost Billions in Lost Income and Taxes, Study Finds
By Molly Redden
When students drop out of college, they lose many opportunities to better themselves. What's less well known is the broader economic costs of not completing college, but a report released on Monday offers a snapshot.

The nearly half a million dropouts in one recent year, according to the report, gave up some $4.5-billion in income they would otherwise have earned and taxes they would have paid.


E as propinas, Senhor, as propinas?? http://economico.sapo.pt/notic

ias/audi-baixa-preco-do-a6-para-aumentar-vendas_124936.html

economico.sapo.pt
O automóvel topo de gama baixou de preço no mercado norte-americano e custa agora 41.700 dólares. | Notícias sobre economia actualizadas ao minuto, informação de mercados, empresas e política, vídeos diários, opiniões de analistas e especialistas
Fear of tuition fees creates Open University generationhttp://www.independent.co.uk/n


ews/education/education-news/fear-of-tuition-fees-creates-open-university-generation-2340846.html As propinas, sim, se até a Audi...

www.independent.co.uk
A new generation of university students is choosing to live at home and study for degrees online to avoid soaring tuition fees and increasingly competitive entry requirements.


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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O futuro já agora



 
Não sei se já leram o programa do PSD. Para o Esup. E o do XIX governo. Muitas diferenças.
 
Se bem entendi o RJIES e tb o ECDU iriam mudar. E muy prontomuchachos. Agora já não. Parece.
 
Em todo o caso, muitas, ou só algumas univs, em pré-CG; Novo, qse qse.
 
Pois.
 
Não tenham dúvidas: Há 5 ou 6 (para mim, questão de perspectiva estratégica) pontos que serão (ou poderão ser…) ‘campos de batalha’.
 
Poderá ser muito difícil, muito mesmo, de defender o que ‘teve que ser feito’, ‘assim’ e ‘tinha que ser’..
 
Poderá ser muito fácil contrapor (tb depende de quem for ….). E swing the vote. 


Mas estamos em Portugal… Há sempre o sol, o calor, a árvore da banana… a pastelaria, o tal dixit do A. O’Neill, …
 
Mas estejam alerta: Havendo a tentação de ''fazer mais'' (do que se poderia, se não tivesse 'havido' a troika) em vários sectores públicos, com a desculpa da crise e da dessa mesma troika, pode haver 'limpezas de balneário'.



The Honourable Schoolboy

Digital (p\alguns)




Porque razão os memorandos, despachos, regulamentos e  tudo o mais que vem, nunca vem assinado digitalmente?

Não confiam na assinatura digital?

Ou acham uma desumanização?

Então e nós, below the clouds of wisdom, porque temos de usar a a.d. nas pautas? E no resto?



'' (People) Tend to resist what is forced upon them; But tend to support what they help to create (Pfaff)''


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Clickers...



http://www.insidehighered.com/news/2008/11/03/clicker

Guerras de audiencias vs Novelas mais apeteciveis vs Freud & Jung in the classroom …

Em todo o caso, I'm lovin it!!


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Rankings





Rankings e segmentações, nem por isso, já não. Para já. Parece. Mas podem aparecer, carrot vs stick. E algumas por quem já 'nos paga' qq coisa... : http://investigacion.universia.net/isi/isi.html , http://investigacion.universia.net/html_inv/ri3/ri3/jsp/params/pais/baa.html , http://noticias.universia.pt/publicacoes/noticia/2011/05/10/821535/scimago-publica-ranking-ibero-americano-sir-2011.html … . Pois. E se vamos a ''fundacionar'', … . Pois. Isso mesmo.

Benchmarks. Muitas, Plenty, Resmas delas. Metricas (poucas de FRW, desculpem a piada...). Ou equiv. Mas acho que sooner rather than later vamos ter de viver EUA-like, de certa forma e com certa linha, com rankings.

Entretanto, for a nice evening, relaxed reading, have a look at http://intl.fh-pforzheim.de/contact/aaa/publica/nobel_2008/INST_all1.html: comparem os dados da 1ª metade do sec XX com a 2ª metade... . Interessante.


The Honourable Schoolboy

Gordon Gecko @ Faculty...




''If you need a friend, get a dog'';

''The most valuable commodity I know of is information'';

''Greed captures the essence of the evolutionary spirit'';

''I look at a hundred deals a day. I pick one''. 

Pois, pq se calhar...:


E para mais:



A terminar...

Bud Fox: How much is enough? Gordon Gekko: It's not a question of enough, pal. It's a zero sum game, somebody wins, somebody loses. (Money itself) isn't lost or made, it's simply transferred from one perception to another. 

Maths, Mechanics & Electric currents, Quantum theory will never be taught the same way again...

The Honourable Schoolboy

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Fundação (ou não)




A UTL e UL podem 'join together'. Quiça... Fundação.

A UMadeira já anda a discutir (sem formalidades).... Anda.

A UCoimbra pode seguir por aí. Pode...

Na UAlg, onde o Pr do CG ''é do BPI''..., já se disse que se calhar, seria melhor.... Fundação. (Nota: A UAlg 'absorveu' (qse?) todos os politec's da região\distrito)

Notar que UP, UAV, UM, ISCTE já o são. ; A UCatólica será uma especie...

Claro, há que ter presente que o assunto é delicado. Muito. Ver em http://www.spgl.pt/artigo.aspx?sid=90b3ca26-8b7f-471a-a6b4-ff11b2da6f49&cntx=p92qxj%2BH3Mxa%2FINVpKA9b%2FaZaOmo%2FenOYP%2BKKFGlaczdjxQX56a4l7HFGXz%2BdRdU ou então http://spglsuperior.wordpress.com/ . Por exemplo, apenas. Ou ver artigo de POliveira (SPN), idem nas pags 18 e 19 do J.Fenprof, ou p.20 em http://www.fenprof.pt/?aba=39&cat=419&mid=135

Mas 'aparentemente' há bué de vantagen$$$$. Será?

Sugestão, porque ainda se 'fala' e se 'escreve', ainda que sem ser full face-front-hold-still-turn-left aka mug shot (http://on-a-vintage-path.blogspot.com/2011/02/face-fronthold-stillturn-to-your-left.html ), de segmentações, porque as univs (até as PT's, vejam lá...) evoluem (cf. Darwin, 'Chuck'; survival of the fittest, modelos de governação e 'vivência' univ).

Sugestão, pois.

Iniciar um debate, ou talvez melhor, uma reflexão. Colocar a questão, os links, os pontos principais. De quem está a favor. De quem está contra.

Eu incluiria ou até começaria por convidar o Pr. do CGeral a coordenar um grupo e produzir um texto curto, um relatório, sumário, com links quantum sufficit , grupo esse com apenas de entre as personalidades externas cooptadas, na metedologia que entendessem adequada.

É um assunto muito delicado, repito.

Foi levantado uma vez, pre-AEstatutaria, para alguem depois dizer que isso 'aqui' (ie 'ali') não se discute. Depois até se colocou na AE mas já se estava em plena cold war naquela sala e não teve sequer um iota (http://en.wikipedia.org/wiki/Iota ; http://www.biblegateway.com/passage/?search=matthew%205:18-5:18&version=ESV ; ie o S.Mateus, mais uma vez...) de seguimento. Depois falou-se por aí em algumas sessões do CG mas muito ao de leve, como quem pergunta se 'se é preciso ligar o ar condicionado'.

O assunto é muito delicado.... … .. . !

Há tb a questão do tempo (Bem, não consigo resistir a apontar T. Mann, Der Zauberberg e http://modernism.research.yale.edu/wiki/index.php/The_Magic_Mountain) .

É que este CG tem aprox mais 1 ano a 1 ano & meio. Em termos de path integral, eu diria mais para 1 ano e pouco. Teve que lidar com eleição Reitor, depois várias formalidades e diplomas muito necessários (nem todos mas alguns sem dúvida); Em suma, cumprir com o RJIES, ECDU, Estatutos. Levar e levantar formalmente a questão da Fundação para a univ seria muito 'off the mark'; Havia e ainda há muito a fazer em outras direções, como planos estrategicos* e por aí.

Mas não se pode evitar nem se deve evitar. Deixar para o (um) proximo CG é a solução. Vamos ter eleições em Nov 012 (por aí). E certamente teremos 2 a 3 listas entre alunos, docentes e funcionários, novos rostos, novos programas, uma maior e melhor sensibilidade para certos assuntos, mais maturidade, mais e melhor envolvimento. E claro, novos rostos inc de personalidades externas cooptadas. Uma renovação ocorrerá, é certo.

Mas podem outros assuntos, urgentes, surgir e impedir que a questão 'Fundação' se discuta. Claro, sendo tão urgentes e importantes, poderá não fazer qq sentido falar de Fundação.

Talvez por isso, aceitar essa possibilidade, havendo agora uma chance e oportunidade, eu acho que, sem constituir qualquer compromisso de obrigatoriedade, no fundo uma especie de contributo pro bono, a sugestão é relevante. Onde se poderia discursar sobre a viabilidade, os desafios, os obstaculos, o que haveria a mudar, onde adaptar, etc. Repito: sem constituir qualquer compromisso de obrigatoriedade, sem indicar qualquer linha a seguir, sem forçar qq opção. Apenas um 'white paper', uma base de possivel trabalho, se o futuro o requerer. Já haveria esse documento, isento, unbiased, útil.




Mas o assunto é muito delicado: eg, http://en.wikipedia.org/wiki/Confederate_Ireland .




* Um plano estratégico, mesmo que encomendado ao 'exterior', n\t\q\ser mau. Até pode ser (mto) bom. O problema será se não formos, internamente, capazes de ter presente que ''uma boa intenção não justifica fazer algo (mto) mal (e repetidamente e repetidamente e...)''; STA dixit. E outra(s) pergunta(s) legitimas: Fará sentido um plano feito a eg 300 Km de distância por alguem que desconhece a nossa realidade? Mas por outro lado também se pode colocar a questão de se fará sentido um plano estratégico … 'desenhado' por Portugueses: Se nos queremos internacionalizar e globalizar, não seria util um (outro) plano (também) traçado por alguèm além de V.Formoso? 

The Honourable Schoolboy

Pequenas notas com grande potencial





* Cursos de Turismo enchem, elevada empregabilidade...

* Onde é que temos a AstraZeneca? Eu sei, eu sei. Mas aqui? Ou equv? Eu sei, eu sei, mas estou a pensar nos montantes..., há diferenças. São vários factores de escala. Um factor de 4. Uma lá, dá para 5 aqui... Creio.

* 57% dos jovens querem 'go west' (and south, and north, then...) Ie querem ir lá (para?) fora, ver. Ou talvez, não só. Mas também.

* Publico, 28/6, p.24: linha CP Covilhã-Guarda vai ser abatida?

* Foto aterradora no Expresso, p.14 25\6: Será que nós vamos ter (ou já temos) telem nos bolsos à custa de ''trabalho'' (??) em condições infra-humanas? Não é possivel a Nokia e todos os outros ter um label do género 'fair trade' ou 'comércio justo'?


* Sugestão util (espero): leiam a resposta de FBarros (Dir Católica LCBE) sobre a marca 'Portugal'. O insight, hindsight, foresight de 'receita' & diagnostico p\grad education. N sei se o incentivo p\ ampliar 3º ciclos é ''oh pá, façam projectos''. É que a competição por (há cada vez MENOS) $$$$ (disponivel) envolve cada vez MAIS grupos. Eu gostava que o discurso pelas univs PT-wide fossem mais FBarros-like. Sensato, realista, effective.

* Two blind students at Florida State University have sued the institution and its Board of Trustees for discrimination, arguing that a mathematics course at the university relied on e-learning systems that were not accessible to the disabled.


* Worthy to read. May work. At a price. No free lunch (Please note a 1 to 8 ratio as well as the $40,000 year fee plus the 1\4 million grant......) . And we need some good leadership within this shadows & fog path (of exposure...): Liberal-Arts Colleges Venture Into Unlikely Territory: Online Courses



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De 30 para 5




Eu vinha sugerir que o prazo para se submeter qq pedido para dispensa de serviço e \ou disp bolseiro p\efeitos de ida a uma qq conf ('cá' ou 'lá for a') fosse redux para cinco dias uteis. Pronto 10. Ie aprox 2 semanas. Isto dava para usar verbas pontuais, oportunidades que surgem, gestao de tempo que não pode ser ao género de contabilizar o azeite na dispensa, as refeições servidas nas cantinas. A investigação é muitas vezes feita de acções por impulso, chances que se concretizam e 'de repente' se tornam exequíveis.

Não é possivel.

Não é possivel?

Ou não se é capaz?

Oh pá, isso não é nada porreiro.




''I like to see a (wo)man proud of the place (s)he lives; I like to see a (wo)man live so that h(er)is place will be proud of (her)him ; AL (adapted)''

L-> Lincoln
A->?????




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Parque JU(BI)rassico





Eu explico. Jurassico: Porque envolve um lagarto gigante. UBI: pq parece que a densidade de adeptos do SCP é próxima do infinito matemático; E depois porque pode ser resultado de alguma experiencia de biologia; Ou cinema. Ou sei lá...

E depois pq ''a coisa'' [http://www.imdb.com/title/tt0084787/ ] vive (!!!!!!) ali na Goldra, perto da ex-F. Do Moço.

Eu explico.


Tenho descido com regularidade ao longo do jardim da Goldra (acho que é assim que se chama), ao longo do ribeiro. Pois já me cruzei com um lagartão (!), tipo Hulk http://pt.wikipedia.org/wiki/Hulk e uma besta em tamanho de bicho. É um lagarto, enorme, da 1ª vez assustei-me eu e a coisa. Depois, eu (ainda......) sou maior e assusta-se a coisa. Está(va) ali ao sol, creio, entre muros e o ribeiro, foge p\o ribeiro.

Tem o corpo parece do tamanho de uma iguana (mini mas iguana), cor e forma de lagarto.

Será que alguém largou ali uma iguana? Ou fugiu? Há pessoas que têm colocado tartarugas no outro jardim (do lago). Ou é o resultado de alguma manipulação para que o SCP http://www.sporting.pt/ seja finalmente campeão? Mas e o 'dragão' http://www.fcporto.pt/ ? Irá o PdC http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Nuno_Pinto_da_Costa responder TFT (tit-for-tat)? Ou foi algum produto alimentar que foi ingerido pelo lagarto e agora está em evolução Godzilla (http://en.wikipedia.org/wiki/Godzilla )?







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