segunda-feira, 14 de maio de 2012

Amigos para 'siempre'....


Católica e
Nova querem
juntar pós-graduações


Rivais são desafiadas para
criarem escola conjunta
com vista a competir
no mercado internacional
dos mestrados


Um grupo de professores das
escolas de negócios das universidades
Católica e Nova, em
Lisboa, elaborou uma proposta
para as duas instituições
criarem em parceria uma esco-
la para pós-graduações em
Gestão e Economia. A Lisbon
School of Business and Economics
teria a escala suficiente
para competir no mercado internacional
e atrair mais alunos

(No Expresso Economia) 

[Grato ao 4&U+1 pelo link\texto]


The Honourable Schoolboy

um outro tipo (the other side...) de problema demografico.

Soaring birth rate sparks schools 'crisis'

http://www.independent.co.uk/news/education/education-news/soaring-birth-rate-sparks-schools-crisis-7578166.html

Ie, um outro tipo (the other side...) de problema demografico. 

Concretizando estrategias vs 'ability to communicate'














The Honourable Schoolboy

sexta-feira, 11 de maio de 2012

'Objecti(uni)v(ers)idade'













The Honourable Schoolboy

e-Wisdom...


Recorrer às tecnologias para responder às necessidades




Na Liberty Seguros, tal como acontece noutras empresas, o "e-learning" não é aplicado em todas as necessidades de formação.

cf. http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=555979&pn=1

The Honourable Schoolboy

ps cf also http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=555989&pn=1

Event horizon...

no sentido positivo...

É que

http://umonline.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=~/Modules/Clipping/NoticiaView.ascx&ItemID=62528&Mid=118&lang=pt-PT&pageid=73&tabid=13

ou

http://umonline.uminho.pt/uploads/clipping/NOT_62528/4168816341688163.pdf

ou


O 2 em 1 das Universidades
terça-feira, 01-05-2012
Mais Superior
6 | MaisSuperior . Maio 2012 //notícias em curso das Universidades O 2 em 1 Talvez seja surpreendente, tem alguns riscos, mas também parece ter tudo para ser uma aposta ganha: a Universidade Técnica de Lisboa (UTL) e a Universidade de Lisboa (UL) vão tornar-se uma só. Garantem que é uma resposta às necessidades do país e dos estudantes universitários. Lá para o início da próxima primavera, se tudo correr bem, temos uma nova Universidade em Lisboa. A Mais Superior foi ouvir o que têm para dizer os responsáveis pela fusão.
Texto e fotos: João Diogo Correia “Até aqui fizemos o impossível. Agora temos de fazer o difícil, o que é extremamente complicado”. Adriano Alves Moreira é Presidente do Conselho Geral da UTL e refere-se à ideia de unir duas universidades e de concretizar o processo. É uma das vozes que explica este projeto, ao lado do Reitor da mesma Universidade, António Cruz Serra, e dos representantes da outra parte envolvida, a UL: António Sampaio da Nóvoa, Reitor, e Henrique Granadeiro, Presidente do Conselho Geral.
Estamos no Observatório Astronómico de Lisboa, na Tapada da Ajuda, um local cercado de espaços verdes, que se misturam com a brisa fresca, perfeito para a Conferência de Imprensa porque, segundo António Sampaio da Nóvoa, para além de reunir instalações das duas Universidades, é de onde melhor se pode ver o céu, o que mostra a ambição que as trouxe até aqui. A vontade é criar “uma grande Universidade da língua portuguesa”, é “competir com as melhores do mundo”, é “conseguir a internacionalização”. O processo é difícil e desgastante. Depois desta apresentação, e durante três meses, começam as negociações com o Governo. António Cruz Serra espera que este tempo seja suficiente: “é um cenário realista, mas por mim bastava uma semana”, acrescenta. O seu homólogo da UL conclui: “é preciso encontrar o timing certo, nem ser precipitado, nem entrar num processo de paralisia que às vezes acontece em Portugal. Com demasiadas comissões de trabalho, demasiados estudos, os processos ficam tão demorados que, às tantas, morrem as pessoas e morrem as ideias. Não queremos ser mais uns”. É a seguir às conversas com o Governo que vem o processo de criação – espera-se que na primeira metade de 2013, já haja uma nova Universidade em Lisboa, a ser falada no mundo.
O que se quer realmente mudar A prioridade é melhorar a investigação e é ter capacidade de concorrer e ganhar fundos europeus: “Portugal ainda se está a afirmar em termos científicos, ainda contribui com mais dinheiro para a ciência europeia do que aquele que recebe”, garante António Cruz Serra.
Existe a perceção, que provavelmente também tens ou da qual já ouviste falar, de que “estão a ser atribuídos diplomas sem préstimo ou valor no mercado de trabalho” e que isso “afeta gravemente o prestígio e a credibilidade das instituições”. É isso que sentem estes quatro responsáveis e é este o contributo que querem dar: “é a nossa resposta à interpelação feita pelo país quanto à oferta formativa das nossas Universidades, que é completamente desadequada”. Adriano Moreira define assim a hierarquia de uma Universidade: “gerir, investigar e ensinar, por esta ordem”. A base de gestão serve para “racionalizar recursos”, “reduzir os níveis de burocracia”, “ter autonomia” e aproveitar a “complementaridade entre as duas universidades”. Em tempos de uma malfadada crise, não é fácil contratar os melhores quadros, mas “só dessa maneira conseguimos mudar a Universidade Portuguesa”, remata António Cruz Serra.
Lê o documento de f usão e fica a saber que...
A nova Universidade promo verá formas ambiciosas de r ecrutamento de professores e inv estigadores, com total aber tura internacional.
São necessários modelos que pr omovam a aprendizagem aut ónoma, a individualização dos per cursos, a valorização do estudo , a ligação do formal e do informal , o recurso às redes de comunicação e a novos espaços de aprendizagem. Uma atenção especial será c oncedida ao enquadrament o dos jovens investigadores, criando c ondições que permitam o desen volvimento das suas carreiras. Em grande parte, o sucesso da nova Universidade dependerá do que vier a ser r ealizado neste domínio.
A fusão permitirá à nova Univ ersidade uma presença mais a tiva na vida da cidade de Lisboa e o f omento de atividades cultur ais, museológicas, artísticas e despor tivas, bem como a melhoria da ação social.
Universidade de Lisboa e Técnica de Lisboa vão ser uma só Notícias em curso




Devo dizer que já tive acesso ao doc de trabalho e doc de ''pre-estatutos'' e idem pow-wow's sobre as linhas de operação.

Muito entusiasmo, algum realismo, idem tb consciencia de que NC t q ser 'parceiro'. E tb que t q ser uma dinamica ao genero Red Bull ou McLaren ou Ferrari ou Mercedes , ie, top of the grid, top lap, top wins.

The Honourable Schoolboy

Rendas 'redux'

Ie, sem terem, estudantes Esup, de ter mais que uma. E parece que good value for money.

Online.

Outra 'feature' que já aqui mencionei.

O quê? Como disse? Os estudantes querem sair da casa dos pais? Pois, sem dúvida.

Mas quiça com Harvard no smartphone escolham a praia do CDS by day, some reading by night e uma tendinha ali na Arrábida.

Impossivel?

Cf em

http://umonline.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=~/Modules/Clipping/NoticiaView.ascx&ItemID=62646&Mid=118&lang=pt-PT&pageid=73&tabid=13

ou

http://umonline.uminho.pt/uploads/clipping/NOT_62646/4170485941704859.pdf

ou se usted n t smartphone ...

''
Ir para Harvard sem sair de casa
quinta-feira, 10-05-2012
Visão
A partir de agora qualquer pessoa, em qualquer país, poderá tirar cursos de Harvard ou do MIT pela internet. Melhor ainda: estes cursos são gratuitos. Mas se, no final, os interessados tiverem habilitações suficientes e provarem o seu aproveitamento, poderão conseguir um certificado de assistência às aulas por... um preço modesto .
 ''


The Honourable Schoolboy

(C)-UBI: full text

http://umonline.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=~/Modules/Clipping/NoticiaView.ascx&ItemID=62655&Mid=118&lang=pt-PT&pageid=73&tabid=13

http://umonline.uminho.pt/uploads/clipping/NOT_62655/4170416341704163.pdf

ou


Fusões no Superior têm de avançar no próximo ano - entrevista a António ... 
quinta-feira, 10-05-2012
Jornal de Negócios
Há muito que se diz que há excesso de oferta ao nível do ensino superior. Mas até agora não havia um estudo completo da rede. Com os dados reunidos será possível avançar com a reestruturação no próximo ano, defende António Rendas

MARLENE CARRIÇO

Fusões, consórcios, livre circulação de estudantes. Há várias alternativas ao encerramento de instituições do Ensino Superior. Quem o sugere é António Rendas, presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), para quem só agora, com um estudo da rede já concluído, será possível avançar com soluções. No próximo ano lectivo avança também, em ai- guinas universidades, o fundo de apoio a estudantes com dificuldades. O reitor da Nova diz que o aumento das propinas deve ser a última ferramenta a deitar mão, mas é da opinião que os estudantes têm de investir na sua formação.

Há muito tempo que se fala que temos universidades e politécnicos a mais. Como vê o processo de fusões?
É muito difícil fazer fusões sem haver um desenho da rede e por isso o CRUP encomendou um estudo da rede à Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior. Sem se olhar para a rede, intervir no sistema exige muita ponderação. Havia 3.623 ciclos de estudo em funcionamento em Novembro de 2011. Quando começámos, há dois ou três anos, eram 5.000. E encerraram da melhor forma por auto-regulação. Acredito que isso possa ser feito de baixo para cima.

Mas é muito difícil dizer a um presidente de um politécnico do interior que deve encerrar cursos ou fundir-se…
Mas se as pessoas perceberem que podem funcionar em conjunto é mais fácil. Eu não falo só de fusões, falo de consórcios, falo de livre circulação de estudantes, de poderem fazer um ano num politécnico e outro numa universidade, por exemplo. Isto não pode ser feito nem contra nem a favor de ninguém, porque o que está em causa é a qualificação dos portugueses.

Acha então que encerramento não é a melhor solução?
Acho que não. A melhor solução é olhar para a rede nacional e para o regional. Há responsabilidade das câmaras e da indústria local.

Que comentário lhe merece a fusão da Técnica com a Clássica?
Não me pronuncio.

Este reajustamento da rede teria que ser feito a quanto tempo?
Isto tem de ser repetido de três em três anos, porque é um processo dinâmico.

Acha possível avançar com as fusões no próximo ano lectivo?
Se não for, então não valeu a pena fazer este estudo. Outra coisa que temos em Portugal em grande quantidade são estudos na gaveta.

A crise não se sente só na gestão das organizações mas também nos orçamentos familiares. Já disse que não há mais alunos a desistir. O que está então a acontecer? É o novo regime de bolsas que chega a todos os que precisam?
Num mundo ideal nunca chega. Neste momento, e apesar de ter havido com este novo regulamento uma redução de 5% a 10% no total das bolsas atribuídas, o número de situações de estudantes com dificuldades não é muito diferente. Os casos são é mais limite e dramatizados, por isso mais mediatizados. E as universidades já têm fundos que permitem acorrer a esse tipo de situações.

O CRUP recomendou a criação de um fundo de apoio. Como irá funcionar? Entra em vigor no próximo ano lectivo?
As propinas aumentam no próximo ano para um máximo de 1.037,02 euros e a recomendação que o CRUP fez foi que este valor fosse usado para a criação de um fundo que permita que estudantes que têm dificuldades financeiras não deixem de estudar, O fundo vai avançar no caso da Nova e também em Aveiro e Évora. Já o Porto não aprovou o aumento da propina máxima. O que está na recomendação é que o diferencial é utilizado para criar o fundo. Fazendo uma conta muito primitiva, se tivermos 10 mil alunos em primeiro ciclo e mestrado integrado estamos a falar de 300 mil euros, o que é relativamente pouco mas suficiente para que um número razoável de estudantes que têm dificuldades possam ficar protegidos, desde que tenham bom aproveitamento.

Que alunos poderão vir a beneficiar deste apoio?
No regulamento de bolsas houve alunos que ficaram sem bolsa por um centésimo ou dois. Na Nova foram cerca de 200. De certeza que são estudantes carenciados.

Acha que o modelo de financiamento em Portugal é o melhor?
Ainda não sei qual vai ser o orçamento de 2013, mas espero que não haja mais cortes porque as universidades estão no limite da sua capacidade. Espero que, pelo menos, se mantenha Estamos com um orçamento inferior ao de 2007.

O modelo tem de ser alterado? Os alunos terão que vir a contribuir mais?
Acho que essa deve ser a nossa última área de intervenção. As propinas devem manter-se dentro daquele referencial. Por outro lado, também acho que em Portugal deviam ser mais incentivados os empréstimos. Não é mal nenhum que os estudantes possam contrair empréstimos. O cidadão também tem de perceber que para se qualificar tem de investir. Isso não é mau.

Este momento de crise, a diminuição dos orçamentos familiares e o aumento do desemprego junto dos licenciados poderá levar os alunos a desistirem de seguir para o ensino superior?
Isso seria desastroso. Devemos passar a mensagem de que ter uma qualificação superior ainda é uma mais-valia para se obter emprego.

“Se perdermos a nossa capacidade de gestão descemos no ranking europeu”

Dias antes de uma conferência sobre a autonomia das universidades na Europa. António Rendas explica a importância da autonomia, sem a qual não é possível competir internacionalmente. O reitor da Nova considera que houve em Portugal um avanço significativo nesta matéria masque agora está a ser abalado por questões administrativas.

Qual a importância da autonomia no Ensino Superior?
Quando olhamos para a autonomia achamos que é a independência. Para mim é isso, mas é sobretudo responsabilidade e modernização das universidades. Queremos ser mais autónomos para poder recrutar as melhores pessoas, para poder no espaço europeu fazer uma formação e investigação competitiva, para poder atrair estudantes internacionais.

Mas quando se fala em autonomia também se fala em independência, num cenário em que o Governo não intervém na gestão das instituições...
O risco que há quando se fala em autonomia é o Governo sair de cena O que nós queremos é que isto seja uma partilha entre aquilo que é o papel do Estado e as instituições. Nós queremos ser “players” num sistema de desenvolvimento do País.

Em Portugal, essa autonomia existe?
Em Portugal houve um avanço muito significativo com o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, O facto de as universidades terem conselhos gerais com pessoas que não são académicos colocou-nos numa posição muito diferente de há uns anos, O facto de termos pessoas que pertencem à sociedade civil é muito importante. Isto do ponto de vista jurídico. Do ponto de vista da gestão, a crise actual criou-nos bastantes dificuldades que têm de ser explicadas e ultrapassadas e eu espero que algumas delas possam ser aligeiradas.

As restrições financeiras comprometem a autonomia das universidades? Neste momento mais do que as restrições financeiras é mais limitativo o tempo que nós passamos com processos administrativos com a DGO. Por exemplo, se se mantiver o aspecto dos contratos plurianuais [que têm deter autorização das Finanças], se perdermos essa nossa capacidade de gestão descemos significativamente no ranking europeu. Estou convencido que, do diálogo que houve com o Governo, vamos conseguir manter a nossa autonomia, mas enquanto não vir a promulgação do diploma não fico completamente descansado.

A lei está em vigor. Tem criado dificuldades?
Tem criado alguns compassos de espera Estamos a adiar alguns desse tipo de concursos na expectativa que o assunto vai ser resolvido. Eu sou um optimista realista.

Mas a única maneira de não parecer uma excepção para as universidades sena isentar todas as Instituições sem dívidas, por exemplo.
Exactamente. São duas coisas: sem dúvidas e que assinem contratos a partir das receitas próprias.

Se isso não for salvaguardado, a autonomia fica boqueada?
Ficamos numa situação muito complicada e quem fica mais bloqueado são as instituições que estão a trabalhar mais.



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quinta-feira, 10 de maio de 2012

(C)-UBI <- ubi + ip's...

Eu ja aqui indiquei e apontei.

Fusão, consorcio, whatever.

Texto inc. '' Mas é muito difícil dizer a um presidente de um politécnico do interior que deve encerrar cursos ou fundir... e
Mas se as pessoas perceberem que podem funcionar em conjunto é mais fácil. Eu não falo só de fusões, falo de
consórcios, falo de livre circulação de estudantes, de poderem fazer um ano num politécnico e outro numa universidade,
por exemplo. Isto não pode ser feito nem contra nem a favor de ninguém, porque o que está em causa é a qualificação
dos portugueses. ''

Mais em http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=555845&pn=1.


The Honourable Schoolboy

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Alguns items sobre futuro de (qq) univ.


Looks into the general, market-wise setting; Quem sabe, lá se chegará...

http://finanzasuniversitarias.edunomia.es/2012/03/13/analizando-el-futuro-de-las-universidades-britanicas/

e qdo ''Graduate Programs in Humanities Are Shrinking'' http://chronicle.com/article/Graduate-Programs-in/131123/?sid=&utm_source=&utm_medium=en,

pq n é facil...

http://chronicle.com/blogs/brainstorm/two-visions-of-the-university/44699?sid=gn&utm_source=gn&utm_medium=en : organic model vs the business one.


The Honourable Schoolboy

Ps. Read more: http://chronicle.com/blogs/profhacker/imagining-the-future-of-the-university/39021?sid=wc&utm_source=wc&utm_medium=en  ''  ...some universities are recognizing the need to re-focus on undergraduate education; for example, Stanford recently released a report on The Study of Undergraduate Education at Stanford embracing “adaptive learning,” the ability to “integrate” one’s education and experience to tackle new challenges (13). Gutmann likewise emphasized the need to integrate knowledge across disciplines, questioning the artificial division between liberal and professional education and speaking to the importance of cross-disciplinary work. For example, the Penn Integrates Knowledge program recruits faculty whose research and teaching transcend disciplinary boundaries. Such a cross-disciplinary approach is essential in addressing “thorny challenges” like reforming health care, which involves policy, ethics, economics, business, science, nursing and medicine. Speakers cited models for innovative pedagogy, such as Johns Hopkins’ Gateway Science Initiatives, which promotes active learning in introductory science courses; Michigan’s “high-touch,” interactive approaches to teaching calculus; and the University of Minnesota Rochester’s emphasis on peer instruction and concept-driven learning over lectures. Vest suggested that “on-campus personalized learning” (such as CMU’s Open Learning Initiative) holds promise for delivering better learning at a lower cost, since it combines faculty guidance with technologies that are based upon learning science research, assessing the learner’s progress and providing customized exercises and support. But how can we disseminate and scale up such approaches, especially given resource constraints?

'' Bem, talk about it, talk, listen. Ouvir. E não impor.

P-o-r-q-u-e (sem pensar em substractos para linhas eleitorais...): '' As we have matured, we are more likely to recognise the limitations of e-learning and technologies. In some cases, these limitations can be addressed, but that may mean more money than is available. I’m thinking specifically of the limitations of a lot of the videoconferencing I see versus a full videoconference room setup. Sometimes, however, while not the best solution, it is the only reasonable solution.'' (http://www.ratcliffelearning.com/2012/03/16/our-maturity-in-online-learning/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter)

Qualidade










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Tech savvy's the winner.














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