As 2011 is coming to its end, 2012 to its dawn, gostaria, besides dos obvios 'Have a Happy New Year', de agradecer a todos e todas, que me enviaram varios 'comments' (in private), apoiando e criticando e tb 'guiding', alertando, viz. para que esta ou aquela palavra, frase ou paragrafo 'was missing the point' e que seria melhor uma approach mais construtiva, etc et al. Agradeço e fui tentando. Tenho vindo, onde nec e relevante, a improve & make more clear. Obrigado a todos e todas, pois.
The Honourable Schoolboy
Ps. Have fun (n\sendo um 'bye' pois n\é ultima do 67'album e é um reprise...): http://www.youtube.com/watch?v=VUImpeQG66U
'Fog's rollin' in off the East River bank, Like a shroud it covers Bleeker Street, Fills the alleys where men sleep, Hides the shepherd from the sheep.'
sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Permitam-me aqui relembrar e re-apelar que se internacionalize. Properly. Effectively. Meaningfully. S\despachos ou visões 'narrow' ao imediato ie olé e samba, saravah, ja ca esta, ja esta (resolvido) (olhe que não...). Otherwise... , n\t\duvidas: n\sera qq PE ou 'adoração de vitelo abracadabra' que irá 'to our rescue'. Inter-isso ou 'perish'. Acreditem, por favor, eu sei o que tenho visto, presenciado, ate partilhado entre mtos anos e many 'ventures', many roads, many places and directions. beyond jardim e pastelaria (como diria o A O'Neil):
http://umonline.uminho.pt/uploads/clipping/NOT_53694/2011122829b28a28122011052700.pdf
ou
http://umonline.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=~/Modules/Clipping/NoticiaView.ascx&ItemID=53694&Mid=111&lang=pt-PT&pageid=1&tabid=0
ou
| Subida nos rankings atrai professores e alunos estrangeiros quarta-feira, 28-12-2011 Público |
| Subida nos rankings atrai professores e alunos estrangeiros Universidades portuguesas já não vivem sem os rankings As escolas nacionais estão a subir lugares em listas independentes que comparam instituições de ensino no mundo. Economia e Gestão lideram João d'Espiney e Ana Rute Silva As universidades de Aveiro, Porto, Coimbra e Nova de Lisboa entraram pela primeira vez no ranking mundial das 400 maiores universidades do Times Higher Education 2011/2012, publicado pelo diário britânico Times. As duas primeiras escolas partilham o 301.° lugar, as duas segundas o 351.°. A instituição portuense conseguiu ainda trepar 100 posições e alcançar o 301.° lugar (em 500) no ranking de Xangai, outro dos mais conhecidos a nível mundial. A Clássica de Lisboa manteve o 401.° posto obtido em 2010. Apesar deste desempenho, pouco ou nada se falou sobre estas distinções. E os casos mais mediáticos são os das faculdades de Economia e Gestão da Católica e da Nova que, este ano, conseguiram subir de lugar na reputada lista das 75 melhores escolas de Gestão da Europa elaborada pelo Financial Times. A primeira subiu 18 posições para a 33.ª e a segunda 34, ficando agora em 39.ª. Num outro ranking elaborado pelo diário britânico (que selecciona os melhores programas de formação para executivos feitos à medida) também está a Escola de Gestão do Porto, em 65.° lugar. Helena Pereira, reitora interina da Universidade Técnica de Lisboa (UTL), explica que a Economia, e sobretudo a Gestão, são mais "mediáticas", nomeadamente "por causa dos MBA". Além disso, os rankings são feitos por um jornal económico e têm "associado um marketing poderoso". Por outro lado, salienta, são actividades "relativamente baratas", pois não implicam "grandes laboratórios e equipamentos". "Os rankings na Ciência, Engenharia ou Medicina são mais complexos", diz a responsável da Técnica, lembrando que há outras áreas em que Portugal "está muito bem colocado", como a Arquitectura, Bioquímicas e Biotecnologias. "Somos foco de atracção internacional de estudantes", garante Helena Pereira, assegurando que o país tem algumas escolas e universidades bem posicionadas em rankings. "Não têm é o mediatismo associado", acrescenta. Para Maria Arménia Carrondo, vice-reitora da Nova, as áreas da Economia e Gestão "são um mundo um bocadinho à parte" e o facto de as universidades não aparecerem em lugares de destaque nos rankings globais é porque há muitas mais instituições, e com outro prestígio, a concorrer, nomeadamente as norteamericanas - que ganham às europeias. "A realidade da aplicação de outros rankings é muito mais ampla, mas Portugal aparece e em lugares relativamente honrosos", diz, apontando ainda o caso de distinções que medem o impacto da ciência onde também há universidades portuguesas "com posição respeitável". Maria Arménia Carrondo chama a atenção, no entanto, para o aumento da "a diversidade dos rankings" e para o facto de existirem vários com poucos parâmetros, alguns muito criticados. "Os que têm poucos indicadores são criticados por serem muito simplistas", na medida em que se "focam mais na qualidade ou tamanho da investigação ou no números de Prémios Nobel", como é o caso do de Shangai. "Esta história dos rankings é uma moda que se criou como a dos telemóveis ou dos Iphones. E quer se goste ou não estão para ficar", avisa. Ganham ou perdem? As universidades portuguesas têm mais a ganhar ou a perder com os rankings internacionais? "Têm a ganhar. As universidades vão ser obrigadas a recolher informação interna de uma série de parâmetros que até agora não tinham estruturados e de forma centralizada. O conhecimento da própria realidade interna é um benefício, pois vai permitir saber quais são as áreas mais fortes, as mais fracas e onde devem melhorar. Depois, a competição é a lei da vida", responde a vice-reitora da Nova. A reitora interina da Técnica não tem dúvidas em afirmar que as grandes têm a ganhar, "partindo do pressuposto que estão fortemente empenhadas em melhorar a sua qualidade e a sua inserção no panorama internacional". Já as pequenas "estão limitadas na sua sobrevivência", com os constrangimentos orçamentais. Referindo-se ao futuro ranking (U-Multirank) que está a ser preparado com o patrocínio da Comissão Europeia, Helena Pereira considera que os indicadores que vão ser usados vão permitir uma avaliação mais criteriosa e afinada. O conjunto de indicadores vão ser separados por áreas de actuação da universidade e irão abranger parâmetros como a produção científica, formação, internacionalização, ligação ao mercado de trabalho, patentes, entre outros. "A nós [Técnica] beneficia-nos, pois noutros rankings os americanos e os chineses têm alguns critérios que os beneficiam". A responsável da UTL defende, por outro lado, que a anunciada fusão com a Clássica de Lisboa dará "mais condições para uma melhor classificação". "Do ponto de vista de dimensão somos muito parecidas - número de alunos, professores, diplomados, doutores, laboratórios", acrescenta. Maria Arménia Carrondo também é da opinião de que o U-Multirank poderá beneficiar as universidades portuguesas, já que é um sistema multidimensional, com vários indicadores em cada uma das dimensões das universidades (ensino, investigação, transferência de tecnologia, nível de internacionalização, implantação regional, entre outras). "O facto de ter um conjunto de indicadores mais específico e pormenorizado vai permitir que cada instituição escolha a área e as dimensões com que se quer comparar com as outras", defende a vice-reitora da Nova, revelando que o projecto que está em cima da mesa eque aguarda financiamento para ser concretizado -, abrange 159 universidades, mais de metade europeias. Subir em todos os níveis Fátima Barros, directora da Faculdade de Economia e Gestão da Católica, acredita que "há um antes e um depois dos rankings". "O impacto na nossa reputação a nível internacional foi muito grande", garante Fátima Barros, dando como exemplo o convite para integrar a direcção da Association to Advance Collegiate Schools of Business. Pelo contrário, José Ferreira Machado, director da Faculdade de Economia e Gestão da Nova, desvaloriza a importância do aparecimento dos rankings, mas não tem dúvidas de que lá estar "é muito difícil". Esta é uma "liga de meninos crescidos". As tabelas do Financial Times são "um marcador de um percurso" que pode facilitar a estratégia internacional. "É esse o desafio", defende. "Uma das críticas que faço é as escolas mudarem a sua gestão estratégica para estarem nos rankings, e isso é perigoso. Há aspectos perversos e críticos nos critérios, nomeadamente, o peso do indicador relativo aos salários (é a variável com mais peso), mas [no caso da Nova] ainda é cedo para medir os impactos", afirma. Ferreira Machado aponta ainda o facto de os rankings potenciarem "a capacidade exportadora" do sector do ensino superior. "Contribuímos mais do que 95 por cento das empresas portuguesas que exportam", afirma. Nuno de Sousa Pereira, porta-voz da Escola de Gestão do Porto, identifica o aumento do grau da notoriedade desde que entraram no ranking do FT, o que tem "impacto directo no volume de negócios". "Tivemos um aumento do número de empresas, até mais do que alunos, a contactar-nos", diz, referindo ainda que a presença neste ranking "obriga a que se aperfeiçoem processos e se invista na melhoria contínua de todas as áreas de negócios". Ricardo Reis, economista e professor na Universidade de Columbia, também não tem dúvidas da importância das universidades portuguesas aparecerem em rankings como os do FT. "Atrai mais alunos estrangeiros, que poderão ficar em Portugal e trazer consigo o seu capital humano", afirma, sublinhando também o efeito positivo dos programas de MBA nas receitas das universidades. Já quanto ao impacto do ensino superior na economia, Ricardo Reis defende que "está subavaliado" na medida em que "tem muitas externalidades positivas". "Quando uma empresa nasce nas redondezas de uma universidade é uma contribuição para o PIB que não é atribuída à universidade", refere o economista, salientando que "os resultados directos da investigação não podiam ser mais transaccionáveis: são publicados em inglês em revistas internacionais, pelo que são incorporados pela comunidade científica muito rapidamente". Goste-se ou não dos rankings e comparações, ao captar a atenção de alunos estrangeiros, as universidades portuguesas garantem diversidade na sala de aula e uma fonte de facturação que não depende do mercado doméstico. |
| «o texto constante desta página foi gerado automaticamente por OCR (Optical Character Recogniser), pelo que é passível de conter gralhas ou erros ortográficos resultantes dessa conversão.» |
The Honourable Schoolboy
Ps. Permitam-se relembrar o que aqui disse sobre a fusao UL & UTL e o que dai virá (aka novo espaço de f'ases' na dinamica univ PT...):
http://umonline.uminho.pt/uploads/clipping/NOT_53663/2011122729ae5727122011063701.pdf
http://umonline.uminho.pt/uploads/clipping/NOT_53696/2011122829b2af28122011055201.pdf
Bom artigo
http://www.urbi.ubi.pt/_urbi/pag.php?p=9997
Sei que aqui e aqui e ali, t\sido algo critico. mas este é um mto bom artigo. Gostei. Parabéns.
The Honourable Schoolboy
Sei que aqui e aqui e ali, t\sido algo critico. mas este é um mto bom artigo. Gostei. Parabéns.
The Honourable Schoolboy
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Keep in touch...
A must read actually, not to miss and be missing on the Higgs
http://arxiv.org/abs/1112.5127
cf also http://arxiv.org/abs/1112.4488
and http://arxiv.org/abs/1112.3961
Making things to look interesting...
http://arxiv.org/abs/1112.1434
http://arxiv.org/abs/1112.5653
(& with extra dimensions, KK et al : http://arxiv.org/abs/1112.4894)
http://arxiv.org/abs/1112.5653
(& with extra dimensions, KK et al : http://arxiv.org/abs/1112.4894)
‘Referendo’?
Digo
‘referendo’ e sem qualquer peso institucional mas que tal fazer
um survey sobre algumas perguntas, viz. do PStrategique, ie se leram,
se leram tudo, se concordam, etc etrc? Via
http://www.surveymonkey.com/ . Que acham?
The Honourable Schoolboy
Risk management
Um
grande risco com o PE e uma gestão e\ou governação p\spin off’s
e cluster apenas on sight, ie, navegação à linha de costa com
boias ‘Empreendorismo: por ali’ , é o conformismo.
Conformismo
e ‘não fazer ondas ou tiram-nos o pouco que temos’. Ie, se não
somos das linhas estratégicas nem temos representação
(estratégica) nem valemos estrategicamente (muito). Ie a analogia
no ultimo CG do leão ou do bicho mau, dos corredores com sapatilhas
e do desgraçado que fica para trás, pá, isso é tudo menos
porreiro.
Imaginem
a cena.
Um
depto ou um centro que toma uma decisão ‘má’ desadequada e
desenquadrada. Acham
que não vai (nunca) acontecer? Just
for the sake of argument, let us keep on.
Uma
decisão que poderá ser no sentido de preservar qualquer recurso do
depto ou centro, apesar de isso poder ser ou ter um preço a pagar
elevado (em outras direcções) mas autonomia de escola é assim.
Porque
farão (ou poderão fazer) isso?
Simples
proteção de recursos, simples no-trust
nos orgãos ‘acima’, no sentido em que há que ter como fôr o
orçamento, manutenção, actividades e se outra decisão fosse
tomada, o dpto ou centro perde esse recurso mas NAO tem garantias de
que possa subtitui-lo(a).
Ie,
entramos numa de perdes-tu-perdem-todos por falta de …
C-O-N-F-I-A-N-Ç-A. E num quadro
de umas linhas mais estratégicas e mais sagradas do que outras,
então pode bem acontecer que um depto ou centro tentará sempre
preservar a sua posição na instituição. A ameaça ie o perigo é
\ seria associado ao ‘topo’. A fera. O bicho mau que vem a correr
e tu tens chinelos de praia e eu tenho umas nike air jet stream. Bué.
Permitam-me
dizer: Estes passos Darwin-survival sem muito e muito bom dialogo e
ouvir e ouvir bem e com método e longa e metodicamante, vai dar
asneira. Não vai haver mal, como disse, somos Tugas, deixa ir, não
há mais, que fazer… . Mas uma coisa são opções estratégicas,
linhas se quiserem, e estar com isso, com leões e bichos ‘eu
tenho uns Nike e os teus Adidas são 33 e tu calças 41, ‘tas
tramado, pá,’ a ser inadvertidamente anti um qq depto ou centro
ou grupo OU, outra coisa, é ter com que todos os programas, as
(sub)linhas de varios deptos, vários centros, se harmonizam. Se
mutuamente completam.
Bottom-up.
Com alguma luz de (boa…) liderança top-down.
Ser-se
contra ou até inadvertidamante
ignorar detpos
(É
onde está a “massa crítica” da universidade
e a maior parte da “massa cinzenta”. Pode não ser a melhor do
mundo mas é a maior, a nossa.)*,
é ser contra a instituição pois ao inves de um all-win temos um
perdes-tu-perdemos-todos. É por isso que considero muito errada a
alteração e não consulta com tempo, aos deptos, aos centros, as
fac’s, tomem-se depois as decisões que se tomem. Como vai ser,
pode ser CRASSO. Não para o(s) resultado(s) do(s) proximo(s)
plebescito(s); Isso vai ser do género ‘plus ça change…’. Vai
ser é mau p\a insitituição. Não vai haver energia_critica para
‘descolar’. Como um todo. DE certeza que vamos ter uns reactores
e asas em run
off into the sky
mas mas ficar com uma parte (grande?) de
passageiros e da fuselagem em terra.
The Honourable Schoolboy
Trustees e n\só
Não sei se o PE vai incorporar as minhas sugestões para o CG e estrutura mais pro-activa.
Pertinente que worldwide, ie, problema bem geral, poucos cooptados ou (até curadores
aka Trustees) desafiam o ‘poder’ apesar de eles próprios poderem apontar quais e algumas
mudanças. Cf.
http://www.publicagenda.org/pages/still-on-the-sidelines.
Onde
seria necessário um desafio e claras alternatives construtivas mas
sempre em desafio para push
& pull for better never for worse,
colocando e incentivando a discussão nunca conformista como fazem e
querem que se faça nas suas ‘empresas’ para se testar da solidez
at
the board before going out to the street,
o tal estudo aponta que apenas uma minoria faz pela mudança.
Bem sei que parece que o novo deus (ou vaca sagrada, para me basear
num percurso biblico) é o empreendorismo. Só pode ser esse o
'caminho e a luz'. Mas com isso corremos o risco de ter a univ como
empresa, que precisa de ter mais alunos pois tb vai ter menos $$$$.
Com as mesmas condições de oferta e capacidade (humana, geo, equip,
etc) .
Infelizmente,
os trustees não tem apontado nem conduzido ou o que seja para
alterações radicais que por vezes são necessárias e nem sempre
‘do reino do empreendorismo’ apesar deles(delas) o serem dessa
área por
cause.
Report
above dixit.
The Honourable Schoolboy
Relembrando...
...Post
anterior onde mencionava que se não somos os melhores em algo... eg,
educação e se não oferecemos algo de muito diferente... Podia um
dia haver quem oferecesse cursos online, bons certificados, good
value for (your [parents?] money)
e assim... ficamos em alunos.
Impossivel.
Pois...
É
assim: Depois do MIT
OpenCourseWare
, vamos ter MIT open online courses—plus certificates. É o MITx,
com alvo de ‘ millions world wide’; Primavera 012, qdo
estivermos aos abraços e festejos com a EUA, P.E. e depois sorrisos
para noveau
CG em laudate
jubilae Gloria in excelsis.
Coisas dessas.
Mas
o MITx... Rock n’Roll, Can’t get no
… , estão a ver.
Cf.
eg:
Ps.
Para ser ‘diferente’ (embora não original...) considerar tb do
it the NY way:
http://www.nytimes.com/2011/10/24/education/24winerip.html?_r=1&scp=2&sq=cuny&st=cse.
The Honourable Schoolboy
As Bolsas Santander
Estou
à vontade para o repetir
aqui pois já o disse frontalmente a staff 'local' do Santader e ao
ICI. Idem Pr do CG (a quem alias ja re-repeti e
re-apelei e re-sugeri que todas (TODAS)
as actas do CG fossem publicas (ie intranet)).
O Banco Santander oferece, ie, investe & apoia com uma muito importante verba, que muito se agradece e a todos dignifica e
engrandece, para efeitos de trabalho universitario, inc
investigação. São cerca de alguns milhares de euros, most welcome, que ‘entram’
nas univ's (não sei o total) e uma parte vai para as várias fac’s para
investir em eg projectos e\ou bolsas.
Pessoalmente,
gostaria que chez nous (e acho que os responsáveis do Santander iriam apreciar
e muito):
*
As verbas 'entradas' em cada Fac fossem dadas a conhecer a TODOS
os seus docentes (...transparência e comunicação e informação e
motivação e .... liderança por boa exemplificação) e que estes
pudessem, em ‘local’ próprio (eg ccd), discutir o como e onde e quem
e porque e quando e quanto apply
to
e use
how.
*
As bolsas para investigação pudessem inc BPD (post Doc): um post
doc é tb pertinente p\ ter resultados, spin off, etc. Ja tem
know-how,
e contribui com heterogeneidade (em várias ‘dimensões’ num
grupo)***.
*
Relacionado com o acima (e por isto que vou expor, viz. pela
metodologia, de que discordo, é a minha opinião [ ie e que 'explica' porque não
temos bolsas
BPD-Santander]), é o método como creio termos por este jardim-wide by the sea, BD-Santander, ie bolsas de
PhD: Os beneficiados são candidatos a bolsas da FCT que ... não as
receberam; ie, as bolsas FCT são ie ficam a parecer classe A+ e os
que não conseguiram arranjar da FCT... candidatam-se a bolsas Santander.
Eu acho mal que assim seja: (i) Não fazer seriação
de candidatos nem ter painel para PhD Studentships como há na
maioria esmagadora de univs de topo por este mundo, despreza uma
oportunidade; pois ... (ii) poderiamos ter as bolsas PhD Santander como de worldwide
application,
ou pelo menos abertas a todos os nacionais onde o Santander tem
representações, e assim (iii) termos alunos internacionais de PhD (coisa
que com as bolsas FCT é virtualmente impossivel, força do reg da
FCT) [Por outras palavras tb nao
estamos a internacionalizar,
ie uma oportunidade\linha perdida, outra – e equipa que não
marca...])*,
que seriam seriados em painel proprio, Comme
il faut.
Daí que apelo que as regras de PhD Santander instruidas pelas varias univ's e fac’s
sejam diferentes, mais eficientes, mais sérias, visem verdadeira
C-O-M-P-E-T-I-T-I-V-I-D-A-D-E**
. E não apenas um passo
subsequente e secundário ao processo das bolsas BD da FCT. Como creio e receio que seja.
Repito: Porque
não ter as bolsas PhD-Santander-UBI como dignamente
C-O-M-P-E-T-I-T-I-V-A-S, internacionais e um factor de diferença e
qualidade? Querem a vossa univ, a melhor pela diferença e pela qualidade?
Eg, nas bolsas PhD?
*
Porque não obrigar que estas bolsas fossem
obrigatoriamente para um aluno a desenvolver em um projeto orientado
por 2 profs de instituições de países diferentes, ex: da
Universia? Contribuía para a internacionalização da investigação
da UBI.
Então,
do que estão à espera?
Ah,
não me digam. Pois, do que a FCT vai apresentar em termos de bolsas
e depois candidatos recusados e que vão sendo assim e vão tendo a
bolsa actual fac-santander pois durante o período não conseguiram a
da FCT, pois.
Posso
citar uma passagem do Evangelho? Não, desse não, pois iriam dizer
que é perseguição. Não, do Lucas. O que tem luz e coisas e
ovelhinhas. Ah não? Pronto...
**
Sobre PE e internacionalização: Não sei se as minhas sugestões
seão tomadas, mas aqui fica um link -
https://www.jyu.fi/en/studywithus?gclid=CMG_1obOgq0CFWIntAodsFHT0Q
Tenho
um amigo que é lá Associate. Não sei se têm um PE comme
le nôtre.
Mas uma coisa têm – ensino em Inglês (claro que os
freshman\woman\person na terra do sol da meia noite são fluentes em
Ingles mas nós, Tugas, precisamos lá disso, pá). E cá? Vamos ser
internacionais onde? Como disse? Dessa forma? Internacionais é isso?
Salmo 23, salmo 23, Galatas e coisas.
É
simples, é assim: Internationalize
(right now!!!) [A-D-E-Q-U-A-T-E-L-Y] or Risk Irrelevancy (desde
ontem).
***
Moreover,
porque não propor que as bolsas Santander BPD sejam atribuídas a
temas em áreas novas ou que não existam no país ou em que o país
seja deficitário? As bolsas do Santander BPD poderiam ser de só por
um ano.
E se o Santander tivesse um programa de apoio em que após o ano o bolseiro tivesse um part-time no banco que lhe permitisse ter algum dinheiro e continuar o trabalho de investigação (com possivel usofruto do banco)? Eu aceito 1 milhão de euros (e estou a fazer preço de amigo) por cada colega que na U. Cambridge tirou PhD em Astro e 'arredores' e foi p\a City (ie banking 'industry').
E se o Santander tivesse um programa de apoio em que após o ano o bolseiro tivesse um part-time no banco que lhe permitisse ter algum dinheiro e continuar o trabalho de investigação (com possivel usofruto do banco)? Eu aceito 1 milhão de euros (e estou a fazer preço de amigo) por cada colega que na U. Cambridge tirou PhD em Astro e 'arredores' e foi p\a City (ie banking 'industry').
The Honourable Schoolboy
Where’s Wally?
Foi
com enorme surpresa que li no nosso ‘info-oficiais’ aka URBI,
sobre o UbiScientia. Cf.
http://www.urbi.ubi.pt/_urbi/pag.php?p=9879
E
fazia tempo que não tinha visto nem conversado com a Profª T. Lago.
Ela veio cá, fez um discurso que considero de enorme vantagem e
pertinência assim como de ‘gentle remark’. Felizmente, não fez
um discurso ao género do género. Mas a Profª T. Lago é largamente
superior a isso e fez o discurso que ela entendeu ser adequado e ao
tema adequado.
Deixou
claro um aviso, pelo que ela sabe e pelo que lhe contaram e tem
ouvido. Faço notar que o ERC é algo tb mto ‘close to the hear &
mind’ do nosso NC. Sim. Pois. Nem mais. Isso aí.
Não
vou dizer que cá veio dar um recado. Como disse, a a Profª T. Lago
é largamente superior a isso. Mas creio que veio ajudar e transmitir
o que no seu entender deve ser feito, tout
de suite,
em algumas univs. Portuguesas. Muy
pronto.
Terá
que haver fusões, ou consorcios, o que fôr. Juntar Univs e
Politec’s, já e em força.
Já
aqui avisei que apos UL+UTL e outras fundações start
rockyn,
ou temos guitarra ou ou então, nada. Kaput. O PE tem que ser
flexivel e I-N-T-E-L-I-G-E-N-T-E para que possa servir de plataforma
a um politec+uni->UNIV.
Os
avisos estão aí. Não é aqui, neste blog. Aí. Nas indirectas que
vão saindo nos ‘media’,
a propos do
ESup e dos excessos e do que é preciso emagrecer, apesar
de.
Não há $$$, não vai haver mais $$$, as regras e $$$ da FCT vao
ser ‘past’ e vamos ter nova agencia e novas moda£idad$.
Vai
ser A
oportunidade perdida de ter ESup C-O-M-P-E-T-I-T-I-V-O se a-g-o-r-a
não se for ter uma UNIVERSIDADE, com a tal massa critica acrescida,
agregada;
Não pensem que vai lá com jogos de massa crítica ‘interna’ ie
em ser e ter massa crítica com in-the-house-‘silver’-but-surely-not
serious-mind-games.
Em
resumo, numa linha, duas palavras (ou três): Get
real (please!!!!)
****
*** *** **
Sim?
/&%$&((/&
Tens
razão, esqueci-me.
(/&%/)(&$$&)&
Sim,
o motivo do ‘Where’s Wally’ é que apesar de ter sido a
convidade de honra, nem uma linha nem uma letra teve direito no nosso
INFO officiallis.
Não
percebo porquê. NÃO se justifica, creio, a ausencia de qualquer
menção ao discurso (e seu conteudo ) da Profª T. Lago.
The Honourable Schoolboy
Subscrever:
Mensagens (Atom)

